Diário de Bordo- Caraguatatuba 02/10/2010
Yo ho visitantes, muito obrigado pela visita!como vão vocês?
Espero que bem, porque mal ninguém merece estar….a não ser que a pessoa já seja má por natureza, mas daí o Papai Noel já dá um jeito nisso no natal.
Estou eu aqui para iniciar uma possível nova TT(Tradição Travesseira) abreviei em duas letras porque é moda, hoje em dia todo mundo faz DR, ou tem DDA, ou TOC, ou paga INSS, mas eu acho que essas coisas são o tipo que VPIDSS, quem assiste Furo MTV(tá aí outra sigla) vai me entender.
Esta nova TT, consiste em PeroVazdeCaminhar tudo, ou quase isso, que ocorre nas nossas aventuras em prol do nosso bem estar grupal e individual!
Pois bem, tudo começa numa manhã de sábado, chuvosa, véspera de eleições, hora marcada para agregação do povo na casa do kerido diretor 08:00, hora de saída para Caraguatatuba 08:40, eu achei que foi até cedo comparado com as outras vezes e nós ainda nem tínhamos comido feijão, isso só prova o quanto estamos acostumados com o peso e a logística de montar o caminhão com nosso cenário do “A Ver Estrelas”.
Do resto, viagem tranquila, pouquinho de chuva na estrada, altos papos dentro do busão(é isso aí, busão, graças a Deus, mas também foi necessário, pois a família Travessia está crescendo”coraçãozinho s2 s2, hi hi hi hi hi”), a turma do fervo 24h no fundo , a turma fervo esporádico na frente, a Mazé dormindo sob os efeitos orféticos do remédio para enjoo e eu pingando um pouco aqui outro pouco ali, atraz de conteúdo para esta postagem!(ahá não contavam com minha astúcia).Daí surge o primeiro interposto, (interposto mesmo pois paramos e entramos em um para tomar café da manhã).
O POSTO
[Eu tenho certeza que pedimos para o motorista parar num posto lá pela uma hora de viagem, inclusive sugerimos um Caalice(só para não fazer propaganda), mas ele resolveu para num desses cheios de caminhoneiros, que vende uns quadros esquisitos para dar para mãe no dia delas, o mais legal dessas lembrancinhas e afins que tinha nesse posto eram umas esculturas de jardim do Pato Donald, Tio Patinhas, A Branca de Neve e os Sete Anões, sendo que anã mesmo era a bruxa, que era uma estátua menor que as outras.
Fora isso tinham os comes e o bebe, porque só serviam café com açúcar, e ai de você se quisesse um pingado, ou ainda mais ai de você se pedice um capuccino...huhuhauhauha; para os comes eles tinham várias opções mas a que agradou a galera foi o pão de queijo do tamanho de um pão italiano que eles tinham lá.
O banheiro do posto até que tava limpinho tinha até detergente para lavar as mãos, mas o que valeu mais a pena foi dar uma lida nas portas das cabines... de tudo isso eu só sei que eu não queria ser a mulher de um tal de Jailson...]
Continuamos a viagem e chegamos em Caraguá, nos encontramos com o Kélvis, que no empenho de ser brasileiro tinha ido no dia anterior(lembrando que o lugar é praia) para afinar toda a iluminação da peça para mordi a gente conseguir montar o cenário e ainda passar um ensaio geral devido as estréias individuais que aconteceriam mais tarde.
Bom nos encontramos com ele mais o Adiba(acho que é esse o nome mesmo do nosso contato lá em caraguá) e fomos almoçar. Chegando no restaurante que a turma da cultura de caraguá ajeitou para nós muito solícitamente, pedimos para o garçom montar mesa para 16 e às duplas fomos pedindo o prato de acordo com a proteína de preferência, e aí sim, aí nós comemos o necessário para enfrentar o resto da tarde de montagem de cenário e ensaio!
Com o bucho cheio de feijão, chegamos no teatro e partimos para o metiê de todo grupo de teatro(será?), a montagem do palco e alinhamento do espetáculo.
Durante esse tempo conhecemos toda a contra regragem gente fina de lá, inclusive o filho de um deles o Ray Charles(lê-se Raí Charles), o pequeno com o qual a Pâmela fez mais amizade!
Bom, apresentamos, e analisando as circunstâncias do dia, foi uma boa apresentação, né Mazé?rs.Por Falar nisso como tá a sua voz?
O mais extraordinário de tudo foi a nossa seção de autógrafos e fotos depois da peça, que para mim particularmente nunca havia acontecido.
Depois disso, desmontamos o cenário e à nós mesmos, carregamos o caminhão, jantamos no mesmo restaurante do almoço, só que dessa vez comemos pizza, e mais pizza, cantamos parabéns para um tal de Felipe, dançamos… e fora o fato do motorista ter ligado o turbo na serra e ter perdido a saída para SBO(olha aí outra sigla) e por conta disso efetuado uma pequena volta em Campinas, chegamos bem, e na medida do possível descansados o suficiente para descarregar o caminhão e arrumar as coisas na casa do Kélvis as 4:00 da madrugada.
É isso meu povo, tomara que vocês tenham tido paciência para ler, gostado, e me perdoem qualquer erro de português
e se quiserem me sigam no Twitter no @vitorpacas

Onde está o meu feijão!?
O Sivinil sempre aparece quando a viagem é para praia…Foi em Santos que fizemos amizade com ele. Acho que ele vai nos acompanhar em Ilha Comprida tb, nosso próximo destino.
Adorei, Virtuoso!!
Chegando láááááááá mas que vergonha!!
Queria uma foto com o Ray… lindoo!!!
Salve galera!
eita vontade de ter participado dessa viagem… pelo visto foi divertidíssima!!!
e, a apresentação, como de costume, deve ter sido ótima!
bjooooos
já já tô de volta, ein.. me aguardem!!
amooo³²³¹